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Para conhecer um pouco mais sobre o Departamento de Práticas Integrativas e Complementares da SOBRACID, assista o vídeo de apresentação deste departamento clicando em: www.youtube.com/watch?v=tdVUr8xbk3Y

12/12/2011

Notícia da 3ª Conferência Internacional sobre a Melhoria do Uso de Medicamentos (ICIUM)

Para discutir o uso indevido de medicamentos nos países de baixa-média renda, ocorreu no mês passado, na Turquia, a "3ª Conferência Internacional sobre a Melhoria do Uso de Medicamentos (ICIUM)", na qual foram apresentados os resultados do diagnóstico situacional feito pela Anvisa nas Unidades Básicas do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.
Esse estudo analisou, em 2009, a influência da publicidade sobre os responsáveis por indicar medicamentos no SUS. Foram entrevistados 505 médicos, 186 dispensadores de medicamentos e 13 gestores municipais de saúde, em 185 Unidades Básicas de Saúde. O estudo utilizou uma amostra aleatória de estabelecimentos de saúde, que foram selecionados por sorteio. Em cada Unidade, profissionais responderam ao questionário a respeito da propaganda de medicamentos e aos critérios de seleção desses produtos.
Intitulado “Diagnóstico situacional da promoção de medicamentos em unidades de saúde do Sistema Único de Saúde”, o levantamento concluiu que:
- "ocorre pressão da indústria farmacêutica nas decisões dos gestores em relação à compra de medicamentos, uma vez que sistematicamente eles recebem representantes da indústria que ofertam brindes e impressos sobre os medicamentos";
- "grande parte dos prescritores também é sistematicamente assediada pelos representantes de laboratórios farmacêuticos, que na maioria distribuem folders e amostras grátis seguidas da oferta de monografias ou artigos científicos";
- "a maioria dos prescritores afirmou que as informações apresentadas pelas propagandas podem ser insatisfatórias ou incompletas, porém referiu considerar essas informações ao escolher um medicamento para prescrevê-lo".

O Dr. Marcus Zulian Teixeira, médico homeopata e escritor, comenta que esse é mais um exemplo evidente do "conflito de interesses entre a indústria farmacêutica, gestores e médicos prescritores".
Foi isso o que Hahnemann fez ao validar o princípio da similitude, negando a eficácia terapêutica do princípio dos contrários e mostrando que os sintomas pioravam ainda mais após a suspensão do tratamento enantiopático, em vista da ação secundária (efeito rebote) do organismo, que é utilizado como resposta terapêutica segundo o princípio da semelhança. Mostrando que o tratamento enantiopático piora em muito as doenças crônicas (chegando mesmo a causar danos irreversíveis e fatais), evidenciamos através da "dupla negação" ("hipótese nula" ou "modus tollens" da lógica aristotélica) que o seu oposto, o tratamento homeopático, é a maneira correta de tratar essas mesmas doenças. É isso que vimos reproduzindo, atualmente, com o estudo dos fármacos modernos, tanto na fundamentação científica do princípio da similitude quanto na aplicação dos efeitos patogenéticos (eventos adversos e colaterais) dessas drogas como princípio terapêutico, estimulando o efeito rebote curativo do organismo.

O estudo completo está disponibilizado em:
http://portal.anvisa.gov.br/wps/wcm/connect/6567a80047457a738711d73fbc4c6735/Relatorio_UBS_final_jan2011.pdf?MOD=AJPERES

23/11/2011

ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE HOMEOPATIA COMEMORA 75 ANOS


Por iniciativa do vereador Gilberto Natalini (PV),  foi comemorado nesta terça-feira na Câmara os 75 anos da Associação Paulista de Homeopatia – APH, a maior entidade representativa de profissionais desta área no País.

“A homeopatia é uma especialidade antiga que foi reconhecida pela Associação Médica Brasileira. E a Associação Paulista de Homeopatia completa 75 anos. Não é uma data qualquer, são 75 anos atendendo à população. Fiz questão de fazer essa sessão solene em homenagem aos homeopatas de São Paulo e de todo Brasil”, disse o vereador.
A APH – Associação Paulista de Homeopatia foi fundada em 5 de junho de 1936. Em 1978 a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou a utilização de práticas alternativas e da medicina tradicional no atendimento primário à saúde. Nos dois anos seguintes, a Homeopatia foi reconhecida como especialidade médica pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM).
“Temos um trabalho institucional muito interessante de atendimento à comunidade, com ambulatórios, cursos de formação para médicos e também temos várias atividades, como congressos e eventos com homeopatas estrangeiros”, disse Rafael Karelisky, médico homeopata e secretário da associação.
Durante o evento, o presidente da entidade, Rubens Dolce Filho, recebeu das mãos do vereador Natalini a placa comemorativa da Câmara em homenagem aos 75 anos da entidade.
Participaram do evento e fizeram parte da mesa Célia Regina Barollo, assessora técnica da área técnica de Medicinas Tradicionais, homeopáticas e práticas integradas da atenção básica, representando a Secretaria Municipal de Saúde; Ruy Tanigawa, representando o Conselho Regional de Medicina de São Paulo; Mário Sérgio Giorgi, presidente da Associação Brasileira de Cirurgiões Dentistas Homeopatas (ABCDH); Márcia Aparecida Gutierrez, presidente da Associação Brasileira de Farmacêuticos Homeopatas (ABFH); Nilson Benittes, representando o presidente da Associação dos Médicos Veterinários Homeopatas (AMVH) e Carlos Alberto Fiorot,  presidente da Associação Médica Homeopática Brasileira (AMHB).

13/11/2011

O cérebro determina o que é real?

Marcelo Gleiser

Estamos cercados de radiação eletromagnética que não vemos. O essencial é invisível aos olhos
Para que eu esteja escrevendo estas palavras, uma coreografia desconhecida organiza a ação coletiva de milhões de neurônios no meu cérebro: ideias emergem e são expressas em palavras, que datilografo no meu laptop graças à coordenação detalhada dos meus olhos e músculos. Algo está no comando, uma entidade que chamamos de "mente".
Segundo a neurociência moderna, nossa percepção do mundo é sintetizada em regiões diferentes do cérebro. O que chamamos corriqueiramente de "realidade" resulta da soma
integrada de incontáveis estímulos coletados pelos cinco sentidos, captados no mundo exterior e transportados para nossas cabeças pelo sistema nervoso. A cognição, a experiência concreta de existirmos aqui e agora, é uma fabricação de incontáveis reações químicas fluindo por bilhões de conexões sinápticas entre neurônios.
Eu sou e você é uma rede eletroquímica autossustentável, que se define através de sua atuação na malha de células biológicas que constituem o nosso corpo. Mas somos muito
mais do que isso.
Somos todos diferentes, mesmo se feitos da mesma matéria prima.
A ciência moderna destituiu o velho dualismo cartesiano de matéria e alma em favor de um materialismo estrito. Hoje, afirmamos que o teatro do ser ocorre no cérebro e que o cérebro é uma rede de neurônios que se acendem e apagam como luzes numa árvore de Natal.
Ainda não temos ideia de como essa coreografia neuronal engendra a nossa sensação de existirmos como indivíduos.
Vivemos nossas vidas convencidos de que a separação entre nós e o mundo à nossa volta é clara. Precisamos dela para
construir uma visão objetiva da realidade que nos cerca.
No entanto, nossa percepção dessa realidade, na qual baseamos nossa sensação de existir como indivíduos, está longe de ser completa. Nossos sentidos capturam apenas uma pequena fração do que realmente ocorre à nossa volta.
Trilhões de neutrinos vindos do coração do Sol atravessam nossos corpos a cada segundo.
Estamos cercados por radiação eletromagnética de todos os tipos-ondas de rádio, infravermelha, micro-ondas-sem nos dar conta disso. Sons escapam da nossa audição, grãos microscópicos de poeira e bactérias são invisíveis aos nossos olhos. Como disse a raposa ao Pequeno Príncipe: "O essencial é invisível aos olhos".
Nossos instrumentos em muito ampliam nossa visão, permitindo-nos "ver" o que escapa aos nossos sentidos. Mas a tecnologia tem limites, mesmo que esteja sempre avançando. Portanto, uma grande fração do que ocorre escapa e escapará à nossa detecção. O que sabemos sobre o mundo depende do que podemos medir e detectar.
Quem, então, pode determinar que sua sensação do real é a verdadeira? O indivíduo que percebe a realidade apenas com os sentidos? Ou o que amplifica sua visão com instrumentos diversos?
Obviamente, essas pessoas verão coisas diferentes. Se compararem o que chamam de realidade material, o conjunto das coisas que existem à sua volta, irão discordar completamente. Qual dos dois está certo? Eu proponho que nenhum está. Mas vamos ter de continuar essa conversa na semana que vem.
MARCELO GLEISER é professor de física teórica no Dartmouth College, em Hanover (EUA), e autor de "Criação Imperfeita". Facebook: http://goo.gl/93dHI

08/07/2011

Conheça o novo livro sobre homeopatia: “Terapêutica dos Venenos de Serpentes”

 Conheça o novo livro sobre homeopatia: “Terapêutica dos Venenos de Serpentes”, um clássico da literatura homeopática escrito por John Henry Clarke, traduzido pela primeira vez em português.

Trata-se de uma edição enriquecida com imagens, índice remissivo, anotações explicando termos médicos antigos e acrescido de textos dos renomados homeopatas Nash, Mure e Hayward. Para saber mais clique no link abaixo.


Além da tradução em português encontra-se disponível também o livro original em inglês que pode ser encontrado no link abaixo.

01/07/2011

Homeopatia e AIDS na África, um desafio

Homeopatia e AIDS na África, um desafio
Escrevo da Tanzânia, África. Está quente hoje, talvez 38ºC, mas a manhã estava fresca, e no Kilimanjaro havia uma nova camada de neve para decorar as suas curvas. Como de costume, não há água ou eletricidade, mas você se acostuma com isso. Na clínica, esta manhã, vimos um caso de sífilis. Não o miasma sifilítico teórico, mas uma senhora com úlceras enormes nas pernas. O cheiro das úlceras é tão podre e ofensivo que me lembrei de Kent falando dos odores mercuriais que os médicos costumavam cheirar. Eu nunca pensei que eu iria, mas aqui na África você vê de tudo: AIDS, sífilis, lepra escrófula, tuberculose... Mas deixe-me voltar ao início.
Eu me mudei para a Tanzânia em 17 de novembro de 2008. Três meses depois vieram Camilla e nossas três crianças pequenas. Este foi o início de um novo capítulo em nossa vida, nossa missão de tratar a AIDS na África com a Homeopatia clássica. Na época, não tínhamos ideia de quais os obstáculos estariam em nosso caminho. Em muitos aspectos, fomos ingênuos, mas provavelmente isso era uma coisa boa. Nossa viagem, na verdade, começou dez anos antes.
Mais importante, eu tinha tratado vários casos de AIDS e tinha visto o que a Homeopatia pode fazer. Homeopatia é particularmente eficiente na AIDS, pois estimula o sistema imunológico. Com uma estimativa de 28 milhões de pessoas na África sofrendo com a doença, minha esposa e eu sentimos que era nosso dever, assim como nosso privilégio, fazer o que pudéssemos para ajudar. Nasci na África, assim como meus pais e avós, de certo modo eu estava voltando para casa.
Meu plano inicial tinha sido me concentrar na pesquisa. Eu queria uma pesquisa ética, uma prova clara, que pudesse mostrar ao mundo o que a Homeopatia pode realizar com na AIDS. Meu colega Tina Quirk e eu passamos dez anos escrevendo protocolos, à procura de parceiros acadêmicos e fundos, mas descobrimos que há uma abundância de dinheiro para a AIDS e para a África, mas nada para a Homeopatia. Percebemos que, com ou sem oportunidades de financiamento ou de investigação, era hora de simplesmente se levantar e fazer. Assim o fizemos. Felizmente, tenho uma esposa homeopática muito corajosa.
Dois anos depois, não temos arrependimentos. Tem sido uma jornada incrível de realização, milagres, frustrações, obstáculos, política, descobertas, luta e, por fim, sucesso. Hoje, temos dez clínicas rurais. Foram tratados 1.200 doentes. Trabalho no hospital local, os pacientes estão migrando para as clínicas e solicitando mais da Homeopatia e os médicos estão perguntando sobre o que estamos fazendo. Conhecemos a AIDS africana como se conhecêssemos um bom amigo e temos nos concentrado mais nos remédios epidêmicos. Nossa taxa de sucesso é algo entre 90-95% na redução substancial dos sintomas e alívio dos efeitos colaterais.
A fama dos nossos sucessos já se espalhou por toda a parte, e os líderes das aldeias estão constantemente nos pedindo para ver as muitas PVHA (pessoas vivendo com HIV/AIDS). Médicos e hospitais estão surpresos e interessados. Quanto aos voluntários, visitas de curta duração são educativas, mas para expandir o projeto precisamos de profissionais a longo prazo, o que significa que devemos expandir a nossa infraestrutura. Isso leva à angariação de fundos e organização, as duas coisas que eu posso fazer, mas que, pessoalmente, não sou fã. Nós já iniciamos a capacitação para habitantes locais e conseguimos estudos homeopáticos em tempo integral para dois alunos.
Sempre que perguntamos a um paciente sobre os sonhos, um sorriso de satisfação e reconhecimento se espalha sobre seu rosto. "Esse médico sabe para onde olhar!". A África vive em um sonho. Suas raízes estão no mundo sombrio de mistério e magia. Ao interpretar o sonho e combinando seu entendimento com a nossa percepção da totalidade, podemos penetrar o caso e encontrar um medicamento. Atualmente, podemos mais ou menos diagnosticar se o paciente é HIV positivo ou se está tomando medicamentos anti-retrovirais simplesmente pelos sonhos.
Não se pode pretender curar a AIDS por várias razões. Primeiro, não há tal terminologia na medicina convencional, ela simplesmente não existe. Eu poderia supor que se um paciente estiver assintomático e livre de vírus por cinco anos esta seria uma prova. Enquanto nós temos dois anos de follow-ups de muitos casos e os pacientes permanecem assintomáticos durante este período, este é apenas uma evidência anedótica.
O teste padrão convencional para a AIDS é a contagem CD4, a quantidade de células imunológicas no sangue. Percebemos que este teste é um indicador bastante pobre, impreciso e, mais importante, mostra apenas a quantidade de células CD4, não a sua qualidade. Costumamos ver a contagem de CD4 cair depois de um bom remédio, mas um par de meses depois ele começa a subir e depois de 3-12 meses, em muitos casos revelam um aumento incrível na CD4. Enquanto pacientes com AIDS no ocidente fazem um teste de CD4 uma vez por mês, nas aldeias onde trabalhamos as pessoas costumam ter uma ou duas vezes por ano.
A carga viral (contagem de HIV) é outra questão. Parece responder bem e com eficiência, mas não podemos ter certeza. O teste de carga viral é muito caro, em torno de 80 dólares. Não há nenhuma maneira de hospitais e autoridades locais disponibilizarem, e por isso é feito muito raramente (no Ocidente, a maioria dos doentes com AIDS têm exames de carga viral regularmente). Dos poucos casos em que os nossos pacientes tiveram o exame de carga viral, vários tiveram um resultado surpreendente: "o vírus não detectado". Isso é bastante surpreendente e tem intrigado os médicos. A justificativa normal, porém, é que o vírus é simplesmente indetectável e se esconde na medula, cérebro ou fígado. No entanto, em longo prazo, esses resultados poderiam ser conclusivos. Eu gostaria que pudéssemos ter este tipo de exame em nossa coleta de dados, mas sem fundos para a investigação de longo prazo não há muito que podemos provar. Evidência anedótica não impressiona ninguém.
Não ter pesquisa prévia é igual a não ter financiamento, e não ter financiamento é igual a não ter pesquisa séria. Por trás disso, porém, reside a verdade mais profunda que a maioria das instituições estão com medo de associar-se com Homeopatia. Mesmo se nós tivermos recursos, nós precisaríamos solicitar a aprovação ética. Isso pode levar até dois anos e você precisa, é claro, encontrar um parceiro acadêmico. É preciso também tomar cuidado para não expor os planos muito cedo, porque os inimigos da Homeopatia tentam e conseguem evitar qualquer pesquisa.
Minha pesquisa pessoal está em encontrar um gênio epidêmico e torná-lo simples de usar, para que possamos espalhar por toda a África. Seria conveniente buscar um único remédio para a AIDS. Às vezes eu fantasio sobre isso, sobre um remédio combinado ou um único remédio da melhor escolha. Estou certo de que ele poderia ser bastante eficiente e, certamente, mais fácil de distribuir.
Nós já identificamos cerca de 20 remédios que se encaixam no gênero local da AIDS. Se funcionam em outras regiões e países ainda precisamos ver. Pretendo publicar uma lista completa dos medicamentos ainda este ano, pois me sinto confiante de que é um bom começo para o processo. Para conseguir isso eu preciso trabalhar no hospital um pouco mais, onde a quantidade, intensidade e gravidade dos casos é maior e onde temos acesso a exames.
Nossa política é de estrita não ingerência em relação à Medicina convencional. Há um perigo de parar os ARVs e o vírus sofrer mutações rapidamente, e aqui reside o problema. Não há dúvida de que a medicação anti-retroviral prolonga a vida das PVHA. Mas enquanto os pacientes no ocidente têm acesso a 15 ou mais linhas de anti-retrovirais, aqui há um máximo de dois. Uma vez que estes deixam de funcionar, e é o que ocorre, não há mais nada que possa ser feito e o resultado é o fracasso do tratamento e, provavelmente, mais mortes. Não há dúvida de que os ARVs prolongam a vida. Uma das coisas surpreendentes que descobri é quão homeopáticos eles são em sua ação. Eles podem imitar muitos dos sintomas da epidemia: dormência, fraqueza, língua negra a visão monótona, alta de apetite, febre e assim por diante.
Nós sobrevivemos com muito pouco, o suficiente para passar de mês para mês. A maior parte do nosso financiamento vem da nossa própria poupança e os homeopatas maravilhosos e pacientes que ajudam com o que podem - Obrigado, queridos amigos! No entanto, ainda não há dinheiro dos "caras grandes" e é pouco provável que venha. Um doador rico, no entanto, poderia resolver isso, já que o que é necessário não é um grande orçamento. Dinheiro para pesquisa, uma escola, infraestrutura, divulgação. Então, se você conhece alguém rico, tenha uma palavra com ele. Cada centavo aqui tem um longo caminho.
Na próxima semana Homeopatia para a saúde na África vai participar da Maratona de Kilimanjaro. Apenas a versão de cinco quilômetros. Nós temos dez pessoas em nossa equipe, todos com a nossa camiseta e muita boa vontade. Muitas vezes as pessoas me perguntam se eu já quis subir o Kili. Isso não é pra mim, é muito frio e muito alto! Mas quando eu o vejo todos os dias, lembro que temos uma grande montanha para escalar.
Que pena que os governos dos países em desenvolvimento não promovem ainda mais a Homeopatia. É o remédio perfeito para países em desenvolvimento e a medicina perfeita para AIDS: sem efeitos colaterais, barata e, sobretudo, extremamente eficiente. AIDS, no entanto, é um grande negócio na África e ninguém gosta de pessoas que se intrometem em grandes negócios. Ainda assim, estou certo de que iremos vencer. A Homeopatia vai prosperar muito tempo depois que nossos inimigos se forem. Viva a Homoeopatia!
Jeremy Sherr
CLIQUE AQUI para ler a íntegra do texto em português. PDF anexado no e-mail
CLIQUE AQUI para ler a versão original do texto em inglês, publicada na edição de maio da revista online Interhomeopathy.